Sobre eleições e revistas
Espero que ao menos a uma parcela dos 500 mil leitores da Veja a capa desta semana tenha causado qualquer uma das espécies de estranheza existentes na fauna do senso crítico.
Para que meu comentário não fique tão tendencioso quanto as colunas do Diogo Mainardi (afinal não é esta uma discussão política, e sim editorial), segue apenas a comparação da capa do sorridente pré-candidato da edição atual (à direita) logo ao lado de sua mais sombria e menos colorida concorrente, em edição de dois meses atrás (24 de fevereiro).
Detalhe para as chamadas na capa da Dilma – “a candidata e os radicais do PT” – e as concisas de Serra – “Serra, o pós Lula e blablabla”.
(Clicando na imagem ela amplia)
Sem mais.


Vou ali vomitar e já volto.
Ótimo post e belo texto!
Cara, vou ter pesadelo à noite
Esse é o tipo de coisa que é melhor nem comentar muito.
Vergonha alheia pela Veja.
Oi, Ju!
Lamento ter que dizer que sua esperança já nasce morta. Faz, pelo menos, vinte anos que esse “quase informe publicitário” (me recuso a chamar isso de jornalismo) trabalha assim e seus 500 mil leitores adoram. A boa notícia é que nesse tempo todo o número de leitores só tem diminuído.
Vero!
Mas acho que Veja é meio que enchente: cada vez que acontece, todo mundo se espanta como se fosse sempre a primeira grande tragédia da história.
hahah
olha essa! http://twitpic.com/1gpv6k